"Hum, interessante: Madonna come Jesus e o Papa desmunheca..."
"É impressionante o quanto os soldados norte-americanos são humanos, com um forte senso do que é certo e do que é errado, e como estão mal preparados para aplicar estes conceitos em situações como a do Iraque, porque lhes falta o conhecimento histórico, geográfico e cultural. A imensa maioria deles é de homens decentes presos numa armadilha, e que ainda não entenderam o que está acontecendo historicamente, culturalmente e até fisicamente. Eles também são reféns de uma situação terrível." - Elizabeth Palmer, da rede CBS.

(Esta imagem já é clássica: tente verificar pra que lado a mulher está girando, se no horário, se no anti-horário. Obs.: não há uma única resposta correta. Vai depender de que lado do cérebro você está usando no momento...)
Brasileiro - no caso, brasileira - adora dar uma de esperto...
(É ouvindo esse tipo de coisa que entendo por que o Sarney, o Collor e o Renan Calheiros ainda continuam na política brasileira. O povo brasileiro é muito imbecil e ignorante, em todos os sentidos da palavra, mesmo, jisuis!)
Ah, eu ADORO os portugueses! Juro!
(Anabela de Malhadas deve ser parente do Bruno Aleixo...)

E quem disse que só a Europa tem o privilégio de ter castelos?
(Na foto, o castelo do deputado Edmar Moreira, no interior de Minas Gerais - sem comentários...)

Exagerando um pouquinho (mas não muito), nós só temos um Boris Casoy porque antes, bem antes, houve na TV americana um cara chamado Walter Cronkite.
Pouquíssimo conhecido no Brasil, Cronkite era chamado de "o jornalista mais confiável da América". E não houve, durante a segunda metade do século passado, nenhuma notícia importante nos EUA ou no mundo que não fosse por ele anunciada. Era o âncora por excelência.
Cronkite morreu aos 95 anos, de complicações de uma doença vascular cerebral.
"Por que os brasileiros não são incentivados a aprender espanhol no curso primário, junto com o português? Isso permitiria que o país se integrasse melhor no continente" - Carlos Fuentes, em entrevista ao Prosa on line.
O engraçado é que sempre me perguntei a mesma coisa (ainda sem respostas).

Inicialmente orçado em 22 bilhões de reais (11 bilhões de dólares), agora o trem-bala que era Rio-São Paulo mas virou Rio-Campinas (alguém ganhou uma grana preta por fora, lá lá lá lá...) e que continua apenas em papel passou para 35 bilhões de reais. É isso mesmo: TRINTA E CINCO BILHÕES. E isso, sabemos todos, porque só está na fase de projeto. Quando for concluído deverá ultrapassar facilmente os 100 bilhões, afinal estamos falando de Brasil.
Realmente, não dá mais...
"Em toda representação artística do real, o real estará ausente" - Elvira Vigna, em sua faceta crítica
(É ótimo ouvir outra pessoa dizer aquilo que a gente sempre achou)

Mesmo de cama, não resisti a vir comentar uma notícia:
O Windows 7, em pré-venda na Europa, em 8 horas vendeu no site da Amazon a mesma quantidade que só foi atingida pelo Vista em mais de 4 meses.
Estou usando o Seven há meses e posso dizer: a Microsoft vai ficar ainda mais rica, porque o sistema é muito bom. Ainda não chega aos pés do Linux em termos de desempenho e segurança, mas mesmo assim é excelente.
Vai ser uma festa quando ele for lançado em 22 de outubro.
Não estranhem o silêncio do Opiário: peguei uma gripe que evoluiu para uma crise de bronquite. Estou de cama. Volto em alguns dias. Beijos a todos!

Está para ser (re)lançado um dos melhores livros - na verdade, uma trilogia - de Ficção Científica brasileiros. Aquilo a que chamamos, entusiasmados, "um verdadeiro clássico". Li os dois primeiros volumes na década de 90, quando tinha vinte e poucos anos, e aguardava há anos o relançamento da obra para, enfim, lê-la por inteiro, degustando cada parágrafo.
Mas no meio do caminho tinha (tem) uma pedra, tem (tinha) uma pedra no meio do caminho...
Não vou dar nome aos bois, por motivos que se tornarão óbvios nas próximas linhas, mas tenho informações de que o livro, nesta nova encarnação, está repleto de erros de copidesque. E não só: a editora "sumiu" com trechos inteiros da obra, supõem-se que no processo de redigitação.
Fico eu aqui pensando, perplexo: o que leva uma editora a tomar uma atitude suicida dessas? Lançar uma trilogia de Ficção Científica, gênero arriscadíssimo no Brasil, ainda por cima escrita por um brasileiro; investir um ou dois anos de seu tempo e esforços no trabalho de "preparação" da obra e não se preocupar com o mais básico, com o que nem é tão caro mas que é essencial: um bom profissional, atento, que faça de fato aquilo para o que foi pago: a revisão e o copidesque.
Estou chocado, chocado. E decepcionado, claro. Já estava até me preparando para comprar a obra assim que aparecesse nas livrarias. Mas, agora, não vou mesmo. No way! Comprar obras que sabidamente são descuidadas nesses quesitos de revisão e copidesque é estimular más editoras que não estão nem aí para a qualidade. Que querem grana, só.
Quanto será que custaria um bom revisor? Mil reais, dois mil reais? Certamente, não mais do que isso. Preço bem inferior à vergonha de se lançar uma obra descuidada e que, pelo menos da minha parte, não receberá propaganda positiva.
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Seguindo o conselho da minha queridíssima amiga Carmencita La Sereníssima, enfim me rendi hoje ao inevitável: criei um perfil no Twitter.
Não sei pra quê serve nem como usa, mas tô na moda.
Alguns de vocês já foram incomodados com pedidos meus de "add" (ou algo que o valha).
A quem interessar possa:
http://twitter.com/scstockler
(A minha sorte é que isso é um modismo passageiro que nem o Second Life...)
P.s.1: Elvira, lamento muitíssimo decepcioná-la.
Não satisfeita em assassinar covardemente brasileiros com a desculpa de que eram terroristas, a Inglaterra agora manda lixo tóxico e biológico "de presente" pro Brasil!
Dez contêineres com cerca de 300 toneladas desembarcaram no porto de Santos. Na nota fiscal constava "lixo plástico para reciclagem". Dentro: fraldas usadas, luvas cirúrgicas, frascos de remédios, entre outras coisas mais. Até larvas tinha.
Eu, se fosse o governo brasileiro, despejava tudo de volta nos jardins de Sua Majestade.
Brasil: de "celeiro do mundo" a "lixão do mundo". Tá feia a coisa...
"Dilma admite erro e diz que não terminou tese de mestrado (sic) nem de doutorado"
Meu deus, esse povo de Brasília tá pior do que eu...
Vai pipocando, aos poucos, comentários publicados na Web a respeito da Paradigmas 2, onde tenho o conto Triângulo em tempo rubato e gota de sangue.
Antonio Luiz M. C. da Costa, jornalista e escritor, escreve o seguinte sobre o meu conto:
Um conto genial, que seria perfeito se não fosse a passagem na qual o autor, sem mais nem menos, faz o gato falar como erudito bíblico. Não faz sentido, nem como voz do gato, nem de Hannah - é intromissão do autor exibido para prejudicar a própria história.
A escritora Cristina Lasaitis, autora de um dos melhores livros de contos de Fantasia e Ficção Científica que já li (Fábulas do Tempo e da Eternidade), comenta em seu blog:
Conto BÁRBARO do Saint-Clair Stockler, Triângulo em Tempo Rubato e Gota de Sangue conta um pitoresco triângulo amoroso de uma moça, um rapaz e… um gato! A história é contada através das impressões do felino a respeito dos humanos e os rastros que eles deixam no universo que o rodeia. O que o faz formidável é o domínio da narrativa, criando um texto leve, lírico, sinestésico, preenchido de momentos casuais e belos. Este é o conto que mais gostei no livro.

Juro pra vocês que se eu tivesse os meios para fazê-lo, esta seria a hora de arrumar as malas e pular fora do Brasil.
Estou convencido de que nunca antes na história deste país nós estivemos tão mergulhados num mar de lama e merda tão grande! Chego a me sentir profundamente humilhado em ser brasileiro ao ver um cara como o Lula, com a sua dita "trajetória política", movendo mundos e fundos para salvar o lamentável José Sarney.
É uma hora negra pro nosso país, mas parece que ninguém está dando a menor bola pra isso. Somos um país de 190 milhões de autistas, cada um enfurnado no seu mundinho e que se dane o resto.

Sim, pois é, tudo na vida é questão de se entender as coisas, de chegar nelas pelo lado mais propício. Por exemplo: meu irmão me deu um Sony Ericsson w980, que nem esse da foto aí de cima. É um celular (adoro a palavra "telemóvel") incrível, cheio de funcionalidades e algumas frescuragens: até chamada de vídeo o bichinho faz! Como vocês todos que me lêem sabem, sou fã apaixonado da Nokia, até hoje só troquei os meus celulares Nokia porque enjoei, não porque tivessem dado defeito, mas de cavalo dado a gente não repara os dentes. Andei uma semana me "adaptando" ao w980 e já estava prestes a assumir a humilhante derrota e pedir o meu Nokia 5310 de volta (que eu dei pro meu irmão), quando subitamente se fez a luz, e tudo se iluminou dentro da minha cabeça! A questão resolveu-se de modo muito simples, porque finalmente entendi que o w980 não é um celular que vem com um mp3 player mas um mp3 player que, por acaso, também vem com um celular e faz ligações.
Parece besteira, mas depois dessa súbita epifania, eu e o w980 começamos a entabular uma certa relação: já não olho mais pra ele atravessado, de má-vontade e mau humor, e ele agora se deixa manipular mais docilmente, creio mesmo que até meio contentinho.
Como o meu povo lá de Minas diz, que coisa besta sô! A gente acha filosofia nos lugares os mais inesperados...
La noche me cubre y tú me entregas en la boca todo cuanto cabe entre tus manos. La vida es una en nosotros, en esa caricia en la cual confundo tus manos con mi boca, donde no sé sí es tuya o mía esa lengua, de quién esa piel, y de dónde entonces esa mano que hace suyo un seno que está no sé dónde, porque no sé quién está arriba o abajo, ni quién cuándo o por qué, de quién ese ser que se adentra y se derrama, en el grito que hiere cuando llegas. Y respiro para atarte a ti, mi amante, ropa henchida en el piso, silencio y cuerpo que ignoro, que abrazo, sin razones para negarme a tu cuerpo, sus tentáculos de fuego, sus cavidades de hiel.
Del cuerpo y la memoria, Eva Durán
Descobri, bem recentemente, um blog do site da BBC sobre Londres. É escrito em brasileiro e, ao que pude perceber, revezam-se três ou quadro jornalistas mulheres que moram em terras de Sua Majestade, escrevendo sobre os mais variados assuntos.
Fiquei encantado com a leveza dos textos e com o fato de que são muitíssimo bem-escritos (em tempos da não-obrigatoriedade de diploma para jornalistas, o que ando vendo de absurdos escritos por aí não está no gibi!), de um jeito que só as mulheres às vezes parecem saber fazer, já que leveza e sensibilidade não são qualidades muito comuns entre os machos de nossa espécie. O meu texto preferido dos que já pude ler é o que fala sobre os esquilos cinzentos londrinos, que são encarados pelos ingleses como uma praga a ser exterminada.
Para quem estiver interessado, aí vai o link do blog:
http://www.bbc.co.uk/blogs/portuguese/lo
Eu recomendo!
Acho que, agora que não se precisa mais de diploma, vou me tornar jornalista. Mais precisamente: jornalista literário. Ao menos, acho que tenho conhecimento o suficiente para não cometer barbaridades do tipo que cometeu Luciano Trigo no blog d'O Globo que segue a FLIP, o Máquina de escrever. Escrevendo a respeito do afegão Atiq Rahimini (que ganhou o Goncourt), Trigo solta a seguinte pérola:
"Rahimi, de quem li, na noite passada, o pequeno romance Syngé Sabour - Pedra de paciência. Altamente poética e fortemente marcada pela literatura de Marguerite Duras, outra estrangeira assimilada pela cultura francesa (...)"
Ora, só isso já foi suficiente para me botar espumando: como assim, Marguerite Duras "estrangeira assimilada pela cultura francesa"?!? Marguerite Duras foi francesa por toda a sua vida, nunca deixou de sê-lo e é impensável - chega a ser insano - falar numa Duras "estrangeira". Por acaso ela nasceu em Gia Dingh, próximo de Saigon, na antiga Indochina francesa. Nasceu lá porque sua mãe foi uma das colonizadoras do país, viviam ali como se na França estivessem, nunca se adaptaram - e nem havia motivos para fazê-lo - à cultura dos colonizados. A Indochina era então, além de "propriedade" da França, um lugar que reproduzia, ao menos para os colonizadores, les moeurs français... Marguerite Duras nunca precisou ser "assimilada" pela literatura francesa simplesmente porque nunca deixou de fazer parte dela, nem por um segundo! Não é difícil perceber que seu ponto de vista sempre foi o de uma francesa, mesmo quando fora da França: quem leu pelo menos seu livro mais famoso, O amante, não terá dificuldades em constatá-lo. Não é como, por exemplo, o caso da chinesa Shan Sa, que precisou aprender francês e só depois que começou a escrever livros nesse idioma foi que conseguiu o reconhecimento.
FORA SARNEY!
Há cerca de 20 minutos, um Celta bateu no poste em frente da minha casa. Cinco minutos depois, apareceu uma patrulhinha. Minha mãe ligou para os bombeiros, e foi atendida por uma pessoa sonolenta que, segundo ela, parecia ter acabado de acordar. Até agora os bombeiros não apareceram. O motorista continua dentro do carro. Os policiais estão sendo de uma incompetência abismante. Se limitam a ficar de braços cruzados, observando tudo.
Mesmo sendo três e meia da manhã, é claro que juntou gente. Às vezes acho que o verdadeiro esporte nacional brasileiro é ver pessoas acidentadas.
Os bombeiros ainda não apareceram. Estou chocado (era pra ficar, Saint-Clair? Brasil...)
Minha mãe, que é ainda mais maldosa do que eu, avisa que os policiais estão revistando o veículo. "Pra roubar alguma coisa, claro".
Enfim, a primeira ambulância aparece! O paramédico desceu dela como se fosse passar o domingo no parque, numa lentidão digna de um bailarino.
Algo de estranho acontece: o paramédico que, depois de olhar pelo vidro o motorista ferido, ligou para a central do seu celular e voltou para a ambulância, anda a xingar aos berros alguém lá dentro. Será um dos enfermeiros? Não, não é. Já tem alguém ali, amarrado a uma maca. Um bêbado? Um drogado? Por que o paramédico, um "profissional", fica xingando aos berros a pessoa?
Chega a segunda ambulância. Agora, finalmente, se preparam pra tirar o motorista. O paramédico e um enfermeiro pedem a ajuda de um dos policiais. Não é suficiente, precisam que uma das pessoas que se juntaram para assistir também ajude.Parece que o acidentado está com bastante dor, mas pelo menos não se esqueceram de colocar o colar no pescoço dele.
Acaba de chegar uma senhora com um rapaz, parentes ou amigos do acidentado. Vi quando um dos meus vizinhos que desceu pra assistir (sim, o verbo é esse mesmo) pediu ao motorista que informasse o telefone de alguém, "pra avisar".
A primeira ambulância foi embora. Levou o pobre coitado (drogado? bêbado?) amarrado na maca. O paramédico praticamente nada fez no presente caso, mas se desestressou bastante xingando a pessoa amarrada.
Botaram o motorista na segunda ambulância e a estacionaram aqui na calçada, suponho que para os primeiros socorros.
Bom, agora se foram!
Algumas considerações:
Aos brasileiros: torçam para que Deus ou o Acaso nunca permitam que vocês sofram um acidente! O festival de incompetências que acabo de relatar não é exceção - é a regra. Fiquei, aqui do quarto andar, observando tudo com olhar crítico de alguém minimamente equilibrado e me parece que houve uma cadeia de erros: na demora na chegada da ambulância, na postura dos policiais, no jeito do paramédico. Mais de 30 minutos para os primeiros socorros a um acidentado não é um tempo aceitável! Quantas pessoas não morrem por causa de situações semelhantes a que acabo de ver?
Aos portugueses: vocês reclamam do seu país, mas as coisas aí ainda são melhores do que aqui. Não serve de consolo, mas pensem nisso.
Há algumas semanas a Microsoft liberou um Service Pack para o Office 2007. Não sei se apenas para o 2007, pode ser que para o 2003 também. Mas eu uso o 2007. Service Packs são pacotes para correções. Em geral, é só isso mesmo: um bando de correções para bugs que se vai descobrindo ao longo do tempo. Mas algumas vezes, como nesse Service Pack 2, há também o acréscimo de novas funcionalidades aos programas.
Pois agora, do seu Word, você pode pegar um texto qualquer e transformá-lo em PDF. Parece besta, né? PDF, aquele formato de arquivo que em geral a gente só usa em e-books ou e-zines. Pois é: mas acho que essa nova funcionalidade do Word, a de criar PDFs, vai ser uma pequena revolução.
Cada dia mais vemos pipocar no Brasil (lá fora, em determinados países, isso é já algo pra lá de estabelecido) os e-books em formato PDF. Mas faltava um programa bom e simples pra transformar arquivos em PDF. O Word, que todos nós bem ou mal sabemos mexer, é esse programa. Posso, por exemplo, pegar a minha dissertação de mestrado e em dois minutos ela está pronta e num formato para divulgação virtual, coisa que antes me exigiria descobrir um programinha bom o suficiente para não bagunçar a formatação dela, o que em se tratando de PDF não era uma tarefa muito fácil: os bons programas são pagos, e caros.
António Lobo Antunes confirma presença na FLIP.
Eu quase chego a lamentar não poder/não querer ir!
Dessa maneira, Ricardo Coração dos Outros gozava da estima geral da alta sociedade suburbana. É uma alta sociedade muito especial e que só é alta nos subúrbios. Compõem-se em geral de funcionários públicos, de pequenos negociantes, de médicos com alguma clínica, de tenentes de diferentes milícias, nata essa que impa pelas ruas esburacadas daquelas distantes regiões, assim como nas festas e nos bailes, com mais força que a burguesia de Petrópolis e Botafogo. Isto é só lá, nos bailes, nas festas e nas ruas, onde se algum dos seus representantes vê um tipo mais ou menos, olha-o da cabeça aos pés, demoradamente, assim como quem diz: aparece lá em casa que te dou um prato de comida. Porque o orgulho da aristocracia suburbana está em ter todo o dia jantar e almoço, muito feijão, muita carne-seca, muito ensopado - aí, julga ela, é que está a pedra de toque da nobreza, da alta linha, da distinção.
Triste fim de Policarpo Quaresma (primeira publicação em 1911), Lima Barreto.
Não posso evitar de comentar: vocês ouviram a gravação do contato telefônico feito por, imagino, um empregado de dentro da casa de Michael Jackson para o famoso 911, o serviço de emergência americano?
Fiquei, literalmente, de boca aberta. O cara, um tanto apreensivo, é atendido e apenas diz que há "uma pessoa" passando mal, inconsciente, e que precisam de ajuda. Fiquei esperando o inevitável: "É O MICHAEL JACKSON!" e nada! Em momento algum é mencionada a identidade da vítima.
Meu deus, gente de Primeiro Mundo é mesmo outra coisa!
Tive uma ótima idéia para o título de um livro de contos eróticos: Chupa que é de uva.